Software de automação não legalizado (pirata)

Infelizmente uma prática ainda muito comum na informática doméstica (em casa) que é a utilização de software não legalizado (cópia pirata, crackeada, não ativada, etc.) se estendeu ao mundo da automação industrial.

Esta “estratégia” tem sido muito utilizada nos últimos anos e é bastante explorada por profissionais que trabalham na área de automação, sejam eles profissionais autônomos, freelancers, PJs e funcionários e/ou proprietários de empresas de automação. Fabricantes tem se esforçado para conter tal avanço protegendo as suas licenças de diferentes maneiras mas sabemos ‘que o rato está sempre a frente do gato’ quando o assunto é segurança na área de tecnologia.

E por que isso é interessante para o profissional de automação? Porque diminui o seu custo global (o custo de sua estrutura, o custo de sua retaguarda) pois o licenciamento dos softwares (e renovação anual dos mesmos) é um dos itens que entram na composição deste custo. Isso ajuda a entender como alguns profissionais e empresas conseguem apresentar valores de H/H abaixo do custo real de uma empresa (a partir desta e de outras “estratégias”).

E isso é interessante para o cliente final? Se você olhar somente o custo por si só terá um argumento forte (ah, é mais barato!). Se olhar o custo/benefício aí a coisa muda de figura. Querem alguns exemplos do que um software de automação pirada ou não ativado, crackeado, modo demo, entre outros nomes e características pode apresentar como “real benefício”?

– Software sem chave de ativação (hardkey ou softkey) que roda em modo demo: funciona por alguns minutos ou até duas horas em alguns casos e depois pára de funcionar, libera somente algumas ferramentas do software e trabalha com limite de tags, entre outras restrições;

– Software crackeado (licença clonada ou quebrada): não existe nenhuma garantia de que  irá funcionar perfeita e eternamente, não tem suporte técnico pois ao ligar para o suporte e informar o número da chave ‘eles te pegam’;

– Software antigo licenciado cuja renovação não foi feita: duas possibilidades, ou vai parar de funcionar na data de término da anuidade ou continua funcionando porém não permite atualização de versão e correção de bugs, você fica com software defasado tecnologicamente;

– Software que funciona no modo standard (simples) quando não licenciado: você é impedido de utilizar instruções e funcionalidades que somente são liberadas no modo/versão completa do software, tem que ficar dando voltas no programa para conseguir implementar o que precisa (quando isso é possível), subutiliza tanto a ferramenta de programação quanto o hardware que está envolvido na automação

– Software de origem duvidosa (Internet, sites de download): muitas vezes é possível encontrar e baixar softwares de automação pela Internet. Que tal infectar a rede de sua empresa, o seu sistema de automação, a estação de operação que monitora o seu processo ou até o controlador do seu CLP com um vírus que vem junto com um software baixado ilegalmente? Quanto isso irá custar? Vale o risco?

Se desejar saber um pouco mais sobre pirataria de software em geral, acesse um dos site que trata do assunto, como o “http://www.abessoftware.com.br/propriedade-intelectual/saiba-mais-sobre-pirataria-de-software”.

E se quiser conhecer alguns de nossos softwares legalizados, clique aqui (http://www.baseautomacao.com.br/softwares/)

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